Domingo, Janeiro 21, 2007
Fotos mandadas pela MÔNIKA
Zé Edu, Ricardo Soares, Nana e adalBErTO
Ricardo Soares, Zé Edu e Fernando Cavalieri
Não vai dizer nada?

Fotos mandadas pelo ADALBERTO
Léo Nogueira, Zé Edu, adalBErTO e Elder Braga
Bezão, Ricardo Soares, Nana e adalBErTO
Brau, adalBErTO, Lu Farias, Wagner, Ricardo Moreira e esposinha
Mariaçu, Álvaro Cueva e adalBErTO
Zé Edu, Ana Paula Xavier, Guilherme Rondon e Adri
Cláudia, Adri, Guilherme Rondon, Mariaçu e adalBErTo
Tatiana Rocha e Ugo, sem H (e sem problemas)
Não vai dizer nada?

Terça-feira, Janeiro 09, 2007
Não vai dizer nada?

Terça-feira, Outubro 17, 2006
Júlia Rodrix e Toninho Spessoto
Não vai dizer nada?

Sexta-feira, Setembro 22, 2006
Fotos variadas de amigos queridos da M-Música
Não vai dizer nada?

Quinta-feira, Novembro 03, 2005
Interrompemos nossa programação normal...
... para anunciarmos dois shows IMPERDÍVEIS!
Não vai dizer nada?

Quarta-feira, Setembro 08, 2004
THE END
A pilha da máquina acabou. E ficou faltando tanta gente...
Inolvidável noite. Obrigada, Caiubi!
Não vai dizer nada?

Com a Cyda Moreira, Vlado ao fundo...
Tonico e Luisa. Fé na vida, fé no que virá.
Não vai dizer nada?

Emocionante final:
Taninha, f.e.n.o.m.e.n.a.l. interpretação, orgulho da m-raça
e
Marcos...
...disputadíssimo empate no primeiro lugar!!!!!
Não vai dizer nada?

Não vai dizer nada?

Iso Fischer, irmão do Tato...
Não vai dizer nada?

Silvia "Izaurinha" Handroo. Maravilhosa!
(e uma panorâmica da... digamos... cabeleira do Tato Fischer, irmão do Iso hehehe...)
Não vai dizer nada?

.
não te queria, minha poesia
exposta a olhos e dentes
salivas e tesões
são minhas as tripas
que espalhas no morgue
pelos balcões
são minhas as dores
que te afligem
donzelinha meretriz
angores de mãe de noiva
temores de mãe de virgem
pudores de mãe de miss
enfim,
bates-me a porta
na cara do peito
ganhas a rua
despudorada
louca e bela
furtiva e nua
te espio
pela janela
pressinto
a madrugada
de te esperar
no escuro
calada
Zé Rodrix, zeusinho de meu olimpo, me apresenta. Inenarrável emoção
Não vai dizer nada?

Vlado, com o auxílio luxuoso da Luisa, declara abertos os trabalhos...
Não vai dizer nada?

Vista aérea...
Não vai dizer nada?

Terça-feira, Setembro 07, 2004
...painel com os poemas na entrada. Cada um escolhia o seu...
em tempo: onde se lê " Rosana da Fonseca Valente Soutinho", que é o nome encarriadinho de nossa santa Nanushka, leia-se, temporariamente, " Etel, a blog-penetra"
Não vai dizer nada?

Quarta-feira, Setembro 01, 2004
...interrompo o nem bem começado relato da viagem às oropas, para algumas fotos do Caiubi...
Caiubi, Sopa de Letrinhas, 27 de agosto de 2004
No meu discreto pretinho básico de poeta homenageada, piso, finalmente, o sagrado chão do Caiubi. Cida, caiubina de carteirinha, fez as honras da casa (e que honras....) Lu Farias e Wagner também. Não sei para o que olhávamos, com nossos olhos vermelhos, hehehe... mas não só olhávamos como nos divertíamos...
Não vai dizer nada?

Quinta-feira, Agosto 19, 2004
cenas do deslumbramento
Muitos e enormes deslumbramentos, nesse primeiro dia. Céu muito azul, as construções que a mim pareciam que tinham nascido junto com o mundo, big ben from big bang, rsrsrs.... e gentes de todas as cores, raças e modelitos. Cenas improváveis, como o casal de noivos caminhando calmamente pela calçada, no meio dos turistas...
Estar pela primeira vez em um lugar junto com alguém que ama esse lugar e que nos ama o suficiente pra nos levar pela mão à descoberta dos seus segredos e manhas é outra conversa. Assim tem sido, benzadeus. Foi assim na amazônia com Thiago de Mello. Foi assim no pantanal com Guilherme Rondon. Foi assim em Lisboa com Alan Romero, Nuno e Susana. Foi assim em Londres com a Paola Faoro, esta minha querida amiga, tão bonita e tão talentosa que chega a ser um exagero do todo-poderoso, rsrsrs.
Não vai dizer nada?

Terça-feira, Agosto 17, 2004
Etel, viajandona...
Pego carona no blog da M-Música, com a devida vênia de nossos santinhos de plantão, Alan e Nanushka, para botar na rede as fotos da viagem que fiz a Londres e Lisboa no mês passado.
Até acho justo, rsrsrs..... Afinal, foi uma m-viagem. Senão, vejamos: em Londres, fui acolhida pela Paola Faoro, ememusgueira moita porém persistente. As fotos onde estou sozinha são todas dela. As fotos em que estamos juntas, são todas de transeuntes incautos, rsrsrs....
Depois, em Lisboa, fui recebida, ciceroneada, alimentada, e acarinhada pelo m-Alan, pelo m-Nuno e pela m-marida Susana.
Enfim. Foi praticamente uma m-viagem.
Fizemos centenas de fotos.
Este é um primeiro teste pra ver se minha competência internáutica dá para o gasto.
Nos dias em que acordar muito cheia do espírito santo, quiçá acrescente um comentariozinho básico.
As fotos mais viajandonas vão primeiro.
Esta, por exemplo. Eu tinha acabado de chegar a Londres, essa foi verdadeiramente a primeira mirada do Tâmisa, o primeiro deslumbramento, que a Paola - rápida no gatilho como sói ser - tratou de registrar.
Não vai dizer nada?

Terça-feira, Abril 22, 2003
Parte I - Polzonoff, o crítico
Meus amigos:
a história é comprida, enrolada e é a seguinte: em agosto do ano passado, numa matéria sobre a indicação do grupo curitibano O Tao do Trio ao Prêmio Caras, um colunista do Jornal do Estado usou seu espaço para publicar uma matéria biliosamente blasée, desancando o trabalho do trio. Eu, como compositora e tietíssima admiradora desse trabalho, estava vibrando com a indicação. Aliás, como grande parte da classe artística de Curitiba. A leitura das considerações desse rapaz Polzonoff (esse é o nome dele) me causou um princípio de indigestão.
Como prezo muito o meu bom funcionamento fisiológico, escrevi a respeito da matéria, e mandei para o jornal.
O Jornal do Estado não publicou meu texto, e nem acusou o seu recebimento.
Minha digestão rapidamente melhorou, o prêmio Caras foi entregue, afinal de contas, para Os Cariocas... (consta que Zé Rodrix teria declarado coração dividido entre a premiação de SR&G, também indicados, e a das meninas... talvez seja só folclore, mas, convenhamos, é um saborosíssimo folclore rssss.....) Os cães já tinham ladrado, a caravana não só tinha passado, como já chegara inclusive ao seu destino, e fomos cuidar da nossa vida, O Tao do Trio e eu.
E assim teria terminado essa história, se esse rapaz Polzonoff também tivesse se mantido cuidando da sua vida atribulada, e não tivesse desenterrado o defunto há algumas semanas no seu blog. Fiquei sabendo alguns dias depois. Fui conferir do que se tratava. Tive dificuldades para localizar o texto. Como cheguei lá depois, a "cena do crime" já tinha sido desmontada. Até agora não entendi direito as gambiarras que o rapaz arquitetou por lá. A mim me pareceu um dos planos secletos do Cebolinha. Talvez o pessoal blogueiro possa entender melhor o que foi que ele fez. Manteve um pedaço do post no ar, ocultou o outro justamente aquele trecho onde ele lambia suas feridas e remoía suas mágoas conosco; e obviamente onde estavam postados os comentários que ele tinha colhido com a exumação que fizera. É um negócio até interessante de se ver. Coisa de engenheiro. A gente vai lendo o post, e num determinado momento tem uma espécie de link "continuação", que leva...... à continuação do texto. Assim, um trecho fica escondido para um leitor que não esteja atento e garimpando aquele tópico especificamente. Parece coisa de Mandrake, sabem como é?
Bem, ele mencionava o texto que mandei para o jorrnal, que ele soubera, em informação privilegiada, ter sido escrito "por encomenda". Tecia ali seus picarescos comentários a respeito, fazia suas piruetas estilísticas, exercitava sua duvidosa hepática verve mas em nenhum momento reproduzia o meu texto, ou parte dele que fosse. Ou seja, uma réplica sem assertiva. Convenhamos. Eu imaginava que isso dar a público o texto que se comenta - fosse tópico de pré-alfabetização em ética jornalística.
Alguns dias depois, ele fez novo post a respeito, comunicando que tinha removido o comments de seu blog, porque tinha sido ofendido.... E o comments continua lá.... (!?!?).
Nessa segunda vez, me deu tédio e leseira. Nem sequer botei o assunto na m-musica, como tinha imaginado fazer, a princípio.
Enfim, tinha desistido de Polzonoff pela segunda vez. Quando as coisas começam a ficar complicadas, trato de avaliar se é coisa assim mesmo importante, que mereça investimento de energia. Em casos assim como este, trato de cair fora, pra economizar meu barbantinho de andar em labirinto. Tenho incursões mais interessantes e proveitosas a fazer.
Mas eis que Nana Soutinho de la Mancha, mui venerável santinha de nossa devoção m-musiqueira, inventou este blog aqui e o colocou à disposição dos cidadãos de Povolindolândia (quem não é da m-musica não precisa tentar entender essa nossa cidadania povolindolense...)
Aí, aquela outra senhora que me habita, meio descabelada e maluca (aquela que já deu de barato bois e boiadas, me arrasou com o pasto todo, e que por isso mesmo vive trancada no sótão, a sete chaves, pra parar de ser besta e me deixar ser, afinal uma pacata, simpática e viajandona velhota grisalha) - aquela outra, como eu ia dizendo, acabou se assanhando. Dei-lhe uma colher de chá, e aqui estamos as duas. Quero agradecer o espaço que me foi concedido nesta prestigiada emissora, mandar um beijo pra minha mãe, pro meu pai e pra Xaxa, e reproduzir as peças de artilharia acima mencionadas. Na íntegra, e à vista de qualquer vivente a quem
(se é que a alguém...) interessar possam. E com espaço pra comentários abaixo. Como convém, aliás, na obra e na vida.
Etel Frota
Parte II - Tao do Trio concorre no Prêmio Caras - Jornal do Estado - Curitiba, terça feira, 6 de agosto de 2002 - Paulo Polzonoff Jr.
Nós o desculpamos, Caetano.
Sim, porque em entrevista ao Fantástico do último domingo, o cantor, que está completando 60 anos, pediu desculpas a quem quer que tenha chateado neste tempo todo de carreira. A entrevista global, aliás, começou bem, com uma pergunta impiedosa, perguntando se Caetano ainda se considerava um babaca em matéria de política, como teria afirmado certa vez. Diante da resposta evasiva, o repórter resolveu partir para o óbvio, perguntando se Caetano gostaria de entrar para a Academia Brasileira de Letras. De qualquer forma, nós o desculpamos, Caetano.
O asunto, porém, não é o sexagenário baiano, autor de algumas obras primas das décadas de 60 e 70, um dos inventores da Tropicália, um homem corajoso o suficiente para usar saias num show e um brilhante intelectual com uma biblioteca formada essencialmente por livro de Joaquim Nabuco. O assunto é o grupo curitibano O Tao do Trio, que concorre, na noite do dia 21 de agosto, ao Prêmio Caras de Música, que substitui o prestigioso Prêmio Sharp.
Formado por Cristina Lemos, Suzie Franco e Helena Bel, o Tao do Trio concorre ao lado de Os Cariocas e Sá, Rodrix & Guarabyra na categoria Melhor Grupo de MPB. Obviamente estão presentes neste prêmio Caras a "nata" da MPB, velha e rabugenta, que se arrasta há décadas tentando se manter em pé, sem, contudo, inovar. Gente como o próprio Caetano Veloso, Djavan, Ney Matogrosso e Gilberto Gil.
Suzie Franco não esconde que a opção por fazer um CD só com músicas de Caetano Veloso foi uma idéia da gravadora, com claros motivos mercadológicos. "Mas enquanto pesquisávamos o repertório, nos apaixonamos novamente por Caetano", diz.
Caetano Veloso, contudo, com seus cabelos grisalhos, suas pseudo-polêmicas e sua necessidade de tornar o que é popular em algo acadêmico, continua rendendo coletâneas e mais coletâneas para grupos como O Tao do Trio. Suzie, no entanto, acha que o cantor baiano não é um produto saturado. "Caetano é maravilhso", entusiasma-se.
O fato de o prêmio ter mudado de nome, ou melhor, de ter ligado seu nome a uma revista de pessoas um tanto quanto, como direi?, superficiais, a Revista Caras, para O Tao do Trio não prejudicou em nada. "Quem está acompanhando o Prêmio Caras desde o início sabe que é um trabalho sério, com um corpo de jurados de notáveis. Para a gente é uma honra enorme estar participando", diz.
O curioso é que O Tao do Trio concorre ao prêmio sem qualquer inovação. "Não acho que tenha que inovar para ser interessante. Um trabalho bem feito é suficiente",argumenta Suzie Franco. "O Caetano é maravilhoso", repete ela. "E além disso fizemos uma releitura, com o nosso arranjador Vicente Ribeiro, que é quem dá a cara ao trio. Inovar é chato", conclui.
Além de terem sido indicadas ao Prêmio Caras (obviamente o traje para a entrega do prêmio é black tie e deve render umas quarenta páginas do semanário), as meninas do Tao do Trio estão emplogadas com o lançamento do disco Uns Caetanos no mercado japonês, o que deve acontecer no mesmo dia 21 de agosto.
É óbvio que grupos vocais femininos sugerem sempre comparações com o maior de todos, o Quarteto em Cy, que teve como padrinho Vinícius de Moraes. A comparação, neste caso, não é equivocada, uma vez que foi o próprio Quarteto em Cy que fez o contato com a gravadora Cid. "Sempre comparam grupos vocais, mas somos muito diferentes", afirma.
Parte III - Velando pelo sono de Caetano - enviado por Etel Frota ao Jornal do Estado, em 7 de agosto de 2002
Caetano Veloso deve ter dormido melhor esta noite.
Afinal, em seu artigo de ontem no Espaço 2 do Jornal do Estado, Paulo Polzonoff Júnior aceitou seu pedido de desculpas por tê-lo chateado neste tempo todo da sua longa carreira (longa carreira de Caetano, ressalte-se...)
Já as meninas d'O Tao do Trio não tiveram a mesma sorte.
"Concorrendo no Prêmio Caras" (copyright by Polzonoff Júnior) como Melhor Grupo de MPB, ao lado de Os Cariocas e Sá, Rodrix & Guarabyra, o grupo mereceu do Jornalista um artigo vazado de uma ironia cujo motivo ainda não consegui identificar.
Liguei para a Suzie, indignada com a sua declaração publicada de que "inovar é chato". Cobrei dela coerência: afinal, isto significava que ela estava renegando, por uma escolha da gravadora, "com claros motivos mercadológicos"(copyright by Polzonoff Júnior) toda a história de coisas mudérnas e pós-mudérnas que O Tao do Trio tem feito, antes e depois de Vicente Ribeiro?!?! A Suzie me tranquilizou: "...não, não, eu disse que 'a obrigação de ter que estar sempre inovando é chata'. Ele estava meio agitado, deve ter entendido errado..."
(Não é à toa que esse trio é do tao. É também do balacobaco.)
Bem.
Assim sendo, aqui entre nós - os que criam e os que constroem - continua tudo certo.
Mas continuo dando tratos à bola para compreender a razão do mau humor do Jornalista Crítico, que trata a indicação de um grupo curitibano a um prêmio nacional de "melhores da música" - qualquer que seja esse prêmio - quase como uma ofensa pessoal.
Desde a sua criação, O Tao do Trio tem participado de uma sucessão de trabalhos musicais de qualidade indiscutível e indiscutivelmente inovadores - cantando com Arrigo Barnabé, Lydio Roberto, com Iso Fischer (será que o Crítico já ouviu "Luz Negra"?), com o Coro Cabeludo, com o Coral Brasileirinho. A elegância de tessitura dos arranjos de Vicente Ribeiro, por si só, é inovação. O repertório de Uns Caetanos é um caso à parte ( quem mais correu o risco de gravar "Gênesis" ou "Genipapo Absoluto", além dos baianos?)
Ouvir esse disco tem sido um reiterado prazer e desbunde.
E tem mais. A gente vai assistir o espetáculo - conheço gente que já foi 5 vezes - e elas dão no palco um show de bola de afinação e timbragem. Não sei se Polzonoff Júnior tem algum conhecimento musical. Quem tem, sabe o que significa isto para um grupo vocal, nestes tempos de pro-tools e mirabolantes traquitanas de estúdio - fazer ao vivo talqualmente se fez no disco. Os Cariocas e Sá, Rodrix & Guarabyra fazem isso direitinho, suas vozes se harmonizaram num tempo analógico. O Tao do Trio, na era digital, também sabe fazer. Não é coisa pouca. Ou "não é pouca bosta" (copyright by Polzonoff Júnior, que doravante, por economia de bytes, passarei a chamar de P.J.)
Certa vez, referindo-se ao escritor Domingos Pellegrini Jr., "morador de Londrina, no norte do Paraná" P.J. o descreveu como sendo "considerado (...) um embaixador da terra-vermelha num estado em que quase tudo, em se tratando de cultura, é ditado por Curitiba." (copyright by P.J., com grifo meu). Em outro texto, falando de um folclórico, engraçadíssimo e completamente maluco escritor que se descabelara por conta de uma crítica que P.J. escrevera a respeito de seu livro, mencionou que o sujeito era de "Foz do Iguaçu, no sertão do Paraná" onde ele já tinha ido algumas vezes, para "fazer umas comprinhas no Paraguai". (copyright by P.J., com grifo meu)
Aos meus olhos de leitora, isto equivale a uma profissão de fé.
Talvez o que irrite P.J. na indicação de um artista curitibano para um prêmio nacional seja a subversão de sua crença nas superioridades culturais hegemônicas.
Ou talvez P.J. apenas tenha sido pego despreparado, tendo que opinar sobre um trabalho que não conhecia, sem poder admitir que não conhecia. É outra hipótese, acontece nas melhores redações. Com muito mais frequência nas redações que dão primeira página para jornalistas como "Paulo Polzonoff Jr, o Difícil" (copyright by P.J., o Autocrítico)
Talvez P.J. conheça o trabalho d'O Tao do Trio e não goste dele. É outra hipótese, mas que ainda não me deixa entender porque essa indicação o ofende pessoalmente. Talvez seja problema de fígado. Finalmente, pode ser um caso de atração fatal. As vozes dessas meninas vivem destroçando corações por aí.
Seja como for, mando aqui meu recadinho pra Suzie, Bel e Cristina:
O Tao do Trio, que "concorre ao prêmio sem nenhuma inovação"(copyright by P.J.) passa, neste momento, a pertencer à "Galeria dos Eleitos de Polzonoff Júnior" onde já têm seu lugar:
1. Paulo Leminski, "poeteco de bar", "poetinha das araucárias" (copyright by P.J.)
2. James Joyce, que o Crítico julga "dispensável, depois de atravessar todo o Ulysses. Não que considere um mau livro..." (copyrigh by P.J. Juro por Deus!)
3. Hélio Leites, um "artista plástico" (aspas irônicas by P.J.), "cria deste poeteco de bar chamado Paulo Leminski" (copyright by P.J.). Hélio Leites, por ser "artista popular" leva o Jornalista a acrescentar à sua galeria...
4... Ariano Suassuna, "obrigado, senhor Ariano Suassuna, por ter criado esta aberração em nossa cultura"(copyright by P.J.)
5. Cristóvão Tezza, "que deu de achar que escrevia bem demais"(copyright by P.J.)
6. Jorge Luiz Borges "que, quando não erudito, criava sua erudição - se bem que entendiando a alguns, como a mim" (copyright by P.J.)
7. Umberto Eco "pergunto-me(...) por onde começar a destruir o mito que se criou em torno de Umberto Eco"(copyright by P.J.)
8. José Saramago, que aos olhos do Jornalista " pareceu o ser mais frágil e condenável do mundo" (copyright by P.J.)
Tenho um amigo que diria que P.J. é o irmão mais velho de Deus. Aquele que no sétimo dia passou seu braço protetor ao redor de seus divinos ombros - os de Deus - e disse: "...valeu, guri! Você se esforçou, ficou muuuuuito bom! Vem aqui agora pra eu mostrar como é que a gente pode dar uma melhorada nisto..." Pra falar a verdade, o meu amigo - que não conhece P.J. - disse isto a respeito de Olavo de Carvalho, a quem P.J. admira, já que o considera "a prova de que a inteligência não morreu" (copyright by P.J.). Faz sentido. Talvez tenham sido colegas de enfermaria.
As caravanas passam.
E - até que nem tão esotérico assim - polzonoffs sempre hão de pintar por aí.*
Etel Frota
Escritora, "uma fraude pessoal", que "por melhor que seja, não vale um grama do que escreve" (copyright by P.J.)
*Adaptado de Gilberto Gil, compositor da "MPB velha e rabugenta que se arrasta há décadas tentando se manter de pé" ( copyright by P.J., etc...)
Não vai dizer nada?

Parte IV - Polzonoff, a vítima: o Ensaio
Crítica, tolerância e convivência - uma possibilidade
Arte é intriga.
Millôr Fernandes
I - A arte da intriga
Apesar de a motivação deste ensaio ter sido o ensaio de Isaiah Berlin, A Busca do Ideal, ele tem origens algo mais remotas. Convém dizer que há cerca de três meses ando pensando nas múltiplas possibilidades da crítica e na capacidade de quem escreve sobre arte de ser tolerante e de conviver com os criadores. O estopim foi um texto sobre Paulo Leminski, mais especificamente sobre o evento anual que Curitiba realiza no intuito de homenagear o poeta. Escrevi o texto com um tremor nas mãos que muitos podiam ter confundido com nervosismo puro e simples. Eu, contudo, sabia que era mais que isso.
Estava eu diante daquilo que mais temo: a intolerância. É engraçado porque na maioria dos textos jornalísticos que têm de sair da linha de produção até as 14 horas não se tem muito tempo para se prestar atenção a detalhes lingüísticos. Escreve-se com a intenção de ser o mais exato e, conseqüentemente, o mais compreendido possível. E seja o que Deus quiser. Aquele texto, contudo, escrevi-o cheio de pudores. Primeiro, estava incomodado com a palavra poeta atribuída a Paulo Leminski. É do conhecimento de todos minha crítica constante em torno da obra do tal. Depois, e o que é mais importante, estava deveras incomodado com o fato de ter de escrever aquele texto. Porque eu preferia ignorar tudo o que cerca o mito Paulo Leminski a ter de novamente cutucar nesta purulenta ferida curitibana.
Pouca gente se dá conta das múltiplas questões envolvidas em uma matéria deste tipo, que por outras pena bem que poderia ter sido escrita no melhor estilo começa hoje. Não é só um poeta, no caso Paulo Leminski, e sua incrível força centralizadora de tendências, que está em jogo; é também a poesia concreta, na figura de um de seus genitores, Décio Pignatari, ali presente como curador do evento; e é também a crítica literária, tema do evento, excluída se apresenta um caráter algo mais combativo. Tudo isso forma um amálgama de valores conflitantes e, posteriormente, de ressentimentos e intolerância que leva artistas e crítico a um ponto que em muito ultrapassa o debate estético puro e simples.
Vários foram os momentos em que artistas se revelaram homens beligerantes. E o crítico, no caso, eu, não ficou para trás na vã tentativa de impor sua visão sobre a dominante. Uma besteira sem tamanho, vale dizer, que em muito contribuiu para extinguir o já tênue debate que havia na cidade.
Ponho-me a refletir, contudo: terá sido mesmo a vontade de impor seus valores o motivo das querelas todas envolvendo artistas plásticos, escritores, poetas, produtores, atores, diretores de teatro e músicos? Ou terá sido tão-somente a incapacidade de perceber que a existência de outras correntes estéticas que não aquelas com as quais compactua a grande maioria, entregue ao que chamo de ditadura da contemporaneidade? Ou ainda, em que medida foram apenas homens que discutiram, quando a discussão deveria ter sido entre um analista e a obra?
De uma coisa pode-se ter certeza: homens se sobressaíram às suas obras. Basta pensar nas várias manifestações de hostilidade de que fui vítima. E vítima aqui, aviso, é uma palavra nada exata. A primeira delas no começo de 2002, com uma carta escrita à máquina pelo artista plástico Hélio Leites, reclamando, com seis meses de atraso, direito de resposta sobre a matéria O Botoneiro Equivocado, por mim escrita. Vale apenas dizer aqui que a matéria foi escrita sem maiores pretensões. Hélio Leites, que não conheço pessoalmente, participaria num bate-papo num espaço cultural da cidade. Com mais ingenuidade do que se possa imaginar, resolvi argumentar por que acho que fazer miniaturas com botões não é, em absoluto, arte.
A resposta a que me referi veio pontuada de ofensas pessoais. De um jornalista que tentava mostrar ao leitor por que não concordava com a ascensão de um homem que faz miniaturas com botões à condição de artista, tentou-se montar uma caricatura. E, para tanto, usou-se do expediente comum de reduzir o crítico à condição de inexperiente, iconoclasta e irresponsável jovem.
Hélio Leites não estava sozinho em sua empreitada. Aquele que é considerado o maior prosador vivo do Paraná, Domingos Pellegrini, resolveu entrar no campo de batalha também. E enviou uma carta ao dono do jornal, dizendo, entre outras coisas, que meus dias estavam contatos porque eu daria mais prejuízos ao jornal do que se possa imaginar.
Diante das missivas bélicas, foi-me permitido o contra-ataque. Considero hoje que ter gastado quase vinte mil caracteres em uma contra-resposta foi uma atitude infantil. O silêncio é uma arma poderosa diante da intolerância, argumento que defenderei melhor ao longo deste ensaio.
Foram três os outros episódios do gênero que me marcaram profundamente este ano. Isso além de uma carta anônima e alguns telefonemas - que não convém explicitar. Vale relatar aqui o caso envolvendo a poetisa Etel Frota, que tampouco conheço pessoalmente.
Pois um grupo de MPB, nos moldes do Quarteto em Cy, chamado Tao do Trio, foi indicado ao Prêmio Caras de Música. Coube a mim entrevistar uma das participantes do grupo, sobre a indicação e sobre o trabalho, que consistia em um disco com músicas de Caetano Veloso. Lá pelas tantas, pergunto para a pessoa (não me recordo do nome) se ela não achava que era preciso uma renovação, algo mais do que gravar as mesmas músicas de Caetano Veloso de sempre. Atentem para o fato de que era uma pergunta que apenas queria dar à pessoa a oportunidade de explicar por que escolhera um compositor para lá de gravado e regravado, como Caetano Veloso. Eis que sou "brindado" com a declaração de que renovar não era preciso. Ou coisa assim. Não tive dúvidas e pus a sentença na matéria, já que ela exemplificava de uma mentalidade bastante conservadora, que não aceita outra regra que não aquela já constituída. A moça que me falou tal coisa reclamou, disse que não foi bem isso, coisa e tal. E a coisa teria se resumido a apenas um mal-entendido, não fosse a carta de Etel Frota.
Mais tarde fiquei sabendo que a carta fora um trabalho sob encomenda. Pois não é que esta senhora teve o cuidado de escrever uma carta citando mais de duas dezenas de expressões por mim cunhadas em artigos e matérias de toda sorte? A intenção, torta, era de desmoralizar-me por minhas próprias palavras, mas no final das contas aquilo me deixou, confesso, envaidecido. Pensei em alguém lendo meus textos diários e procurando expressões peculiares, reducionismo, generalizações e gracejos lingüísticos, com o firme propósito de me demover de minhas opiniões e, de quebra, retrucar a história da declaração reacionária da cantora, cujo nome esqueci. - grifo da "postadora"
Relatei estes dois episódios nos quais pareço surgir como vítima, mas quero deixar claro que, se escrevo este ensaio longo e, quero crer, esclarecedor, é porque reconheço em mim, por vezes, um espírito beligerante, que se manifesta através de um texto ácido e bastante contundente. Não raro, é preciso dizer, tenho ganas de esclarecer os pontos que me são cruciais na apreciação crítica. E nesta tentativa, acabo cometendo exageros.
Como no caso do artigo Em Defesa do Cânone, sobre uma declaração do escritor Manoel Carlos Karam que vi na televisão e tomei como pessoal. Disse o escritor que há uma geração de novos críticos que estão saindo em defesa do cânone, quando deveriam estar é em defesa das experimentações de linguagem. Movido por uma vontade nada inteligente de esclarecer que o único parâmetro, para qualquer crítico, por mais que ele se debruce sobre as chamadas vanguardas, é mesmo o cânone, escrevi longo artigo que era mais do que o título sugeria, ou seja, era mais do que uma defesa do cânone; por outra, era um ataque às pessoas que o desprezam.
De todos estes, no entanto, o pior momento foi uma conversa cara a cara com um videomaker, Fernando Severo, num café da cidade. Não conhecia o videomaker, apenas alguns de seus vídeos, atualmente disponível no site Porta Curtas Petrobras. Foi quando ele me surpreendeu com um telefonema no qual se dizia interessado em filmar um texto meu, Está Consumado, sobre o suicídio. Desconfiado, disse que precisava discutir o assunto antes de dar uma posição e marcamos um café. Digamos que, nesta época, estava com o espírito mais aberto que de costume.
Durante cerca de duas horas fui bombardeado com insultos de todos os tipos, jogados na cara pacienciosa que eu exiba naquela noite. Contou-me segredos, o videomaker, expôs-me à sua visão do ridículo e ao seu ¿pessimismo intelectual¿ para, no fim, me reduzir a cinzas de mim mesmo. Disse ele que tinha pena de mim, porque já vira, em seus quarenta e poucos anos, muitos como eu ¿ seja lá o que isso for ¿ aparecerem, sumirem e serem esquecidos.
A partir deste dia comecei a compreender que, para muitos, o terreno da estética era incompatível com o da ética. A idéia era reduzir a pó todos aqueles que se opusessem ao Grande Pensamento, que em Curitiba se personifica em Paulo Leminski e todos os seguidores de sua vanguarda pseudomarginal, de exaltação da juventude e de lugares-comuns da contracultura dos longínquos anos 70. A mim, como jornalista, só havia uma alternativa: ou combater cegamente a cartilha pela qual rezam 90% dos artistas locais (e vale lembrar que num plano maior, eles não estão nada distantes do plano que norteia a estética dos artistas ditos contemporâneos, em quaisquer áreas) ou, mesmo contrariado, a ela aderir, em nome da minha permanência como voz atuante.
Estes eram os dois caminhos que se me mostravam, até o momento em que abri Estudos Sobre a Humanidade (Companhia das Letras, 717 págs, R$ 63), de Isaiah Berlin. Para muita gente, apenas uma compilação de ensaios na qual se faz anotações à lápis, guarda-se citações para serem usadas em breve e se lista num arquivo de computador com a observação lido ao lado. Berlin, contudo, que conhecia apenas de excertos, se me revelou como um verdadeiro profeta da tolerância e um grande mestre no que diz respeito à convivência política de correntes antagônicas. Este ensaio, portanto, nasceu de uma escolha torturante entre dois caminhos que não queria ter de percorrer; até que um judeu russo atravessou o meu caminho e me mostrou que a possibilidade existe, sim. Como veremos adiante.
:: Paulo Polzonoff 3/12/2003 01:47:14 AM [+]
Parte V - Polzonoff, o cansado
Leitores
Meu blog tem leitores ilustres mesmo. Tão ilustres quanto desprezíveis. Entraram aí no sistema de comentários que não existe mais, como podem perceber, pessoas me xingando. Só para variar. Cansei. Como o feed-back, contudo, é das melhores coisas que um blog pode oferecer, devo colocar um sistema de comentários como o do Dennis, que permite que insultos ou comentários anônimos sejam sumariamente ignorados. Enquanto isso, o e-mail continua ali, firme e forte.
:: Paulo Polzonoff 3/15/2003 11:08:27 PM [+]
Parte VI - Em tempo!
Polzonoff, o tenho dito. (ou velando pelo sono de Luís Nassif)
Alguns dias depois, Polzonoff tece suas considerações sobre as indicações ao Prêmio Jabuti.
Nada escapa à arguta visão e demolidora crítica de nosso articulista das araucárias. E.F.
Estranho...
Sinceramente, o que é que o pessoal do prêmio Jabuti tanto vê em Domingos Pellegrini? Vá lá, o cara é bom. Bonzinho. Ser finalista novamente deste que ainda é considerado pelos ingênuos o mais importante da literatura nacional, porém, já é exagero. E o mesmo serve para a insossa Ana Miranda. Entre os disparates maiores do prêmio, destaca-se ainda a indicação na categoria contos e crônicas para O Menino do São Benedito e Outras Crônicas, de Luís Nassif.
:: Dito, redito e tresdito por Paulo Polzonoff 3/22/2003 08:34:08 PM
Não vai dizer nada?

Segunda-feira, Abril 07, 2003
Pessoa em treinamento.Pedimos desculpas por qualquer transtorno..
Estreando blogueiramente, me apresento: Etel Frota, cinquent'anos, postando diretamente de Curitiba, terra das araucárias. Pegando carona nesta nossa carroça m-musica, verdadeiro coração de mãe.
Volto já, já.
Agradecemos sorridentes a vossa compreensão com qualquer bobagem que possamos ter cometido.
Alguém da M-Música postou!!!
14:27
Não vai dizer nada?

Segunda-feira, Março 17, 2003

Bom, será que chegou com imagem? será que chegou, pelo menos?...Agora estou tentando enviar um post sobre o tal do curta estrelado pelo Walter Bandeira, cantor de inacreditáveis talentos (tudo assim, no plural) que preferiu seguir a carreira teatral, professor de expressão corporal e etc e tal. Recentemente a Márcia Freitas, diretora ado Teatro Margarida Schiwazzapa, conseguiu levá-lo ao palco para o show Mulheres em Chico (o nome não é bem esse, mas a idéia, com certeza! e foi deslumbrante, lotado, abarrotado dos eternos e fiéis fãs que ele traz, todos escravizados ao seu fascínio debochado e libérrimo. Nana me ensinou como botar aqui, vamos lá; se não der certo, é tudo treino... Ciao!
Regina Makarem - Belém do Pará
MARÍLIA
Vídeo autoral de ficção de Ronaldo Salame, com aproximadamente 13¿, mostra toda a angústia de um homem dominado pela louca paixão por uma prostituta, as conseqüências dessa loucura e aonde o ciúme cego podem levar. Protagonizado por Walter Bandeira, em sua primeira participação em um filme como ator principal e Tatiana Braun como Marília. Esta produção reúne vários profissionais paraenses premiados em festivais de cinema e publicidade, e que juntos, buscam a realização de mais este projeto genuinamente paraense, pois tem sua equipe toda composta por profissionais daqui.
O curta Marília foi totalmente realizado em Belém, por atores e profissionais locais. A tecnologia utilizada para a realização deste filme é o DVCam, sistema digital profissional de captação de imagens, que garantiu a qualidade do produto final.
O tempo para a produção deste filme foi de 6 dias para captação, entre montagem, composição de trilha original e finalização, demorou 4 meses e agora está pronto para competir em festivais pelo Brasil.
Como sempre, este projeto conta com o apoio do MIS ¿ Museu da Imagem e do Som
FICHA TÉCNICA
Direção: Ronaldo Salame
Conto ¿Marília¿: Rolando Salame
Com Walter Bandeira, Tatiana Braum, José Carlos Gondim, José Ribamar Martins, Maíra Monteiro, Paulo Ferreira e Tarcisio Gomez
Direção de Produção: Moema Mendes
Fotografia: Jacob Serruya/Juraci Rabelo
Câmera: Jacob Serruya
Assitente de câmera: Jorge Albuquerque
Assistente de Direção: Afonso Gallindo
Produção: Jair Junior, Luciana Vasconcelos, Marbo Mendonça, Mirtes Matsuuka e Pablo de Sá
Direção de Arte: Afonso Gallindo e Moema Mendes
Assistente de Arte: Bia Carneiro
Figurino: Adelaide Oliveira
Make-up: Plínio Palha
Maquinária: Jorge Albuquerque, Edvaldo Oliveira e Lauden Boy
Elétrica: Aldo Lima e Antônio Araújo
Carpinteiro: Rubivaldo Ferreira Lobato
Motorista: Edvaldo Oliveira
Edição: Alex Esteves, Nelson Teixeira e Aristóbolo Oliveira
Still: Renato Chalu
Storyboard: Andrei Miralha
Trilha original: Nelson Carvalho
Financeiro: Raimundo Santos
Assessoria de Imprensa: Ronaldo Quadros
Adaptação do conto ¿Marília¿ para roteiro: Ronaldo Salame e Afonso Gallindo
Realização: Imagem Produções
Serviço
Exibição especial para imprensa e convidados:
Dia 13/03 às 18:45 h, no Cine Teatro Líbero Luxardo.
A partir do dia 13/03 ao dia 16/03, ele antecede a programação do cinema.
Fotos: Renato Chalu
Contatos Afonso Gallindo ¿ 8111-2101/226-0001
contato@imagemproducoes.com.br
Alguém da M-Música postou!!!
22:41
Não vai dizer nada?

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